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COMPLIANCE FISCAL: POR QUE ISSO É TÃO NECESSÁRIO PARA AS EMPRESAS?

  • 23-8-17

 

Muitos clientes têm nos perguntado o que é compliance fiscal. A palavra compliance, do inglês, significa conformidade. Na área fiscal este termo se torna ainda mais importante, já que uma empresa que não está em conformidade com o Fisco está sujeita a uma série de penalizações, entre elas multas e impossibilidade de exercer seus negócios.

 

Dessa forma, podemos dizer que compliance fiscal é uma espécie de “anjo da guarda” das empresas, ou seja, tem a missão de garantir, de forma legal, a redução de:

 

  • Riscos de não conformidade;
  • Custos administrativos das tarefas associadas à geração das obrigações tributárias;
  • Carga tributária sem mecanismos de sonegação.

 

No Brasil, temos um calendário repleto de obrigações fiscais a cumprir, com diferentes regras e tributos nas esferas municipais, estaduais ou federais. Muitas leis novas surgem a cada dia. Segundo o IBPT (Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação), o Brasil tem em média 46 alterações fiscais por dia útil, e as empresas precisam estar preparadas para cumprir todos os prazos, com acuracidade de dados e informações.

 

Mas, quando isso não acontece, as empresas podem receber penalidades e multas por não-conformidades ou erros de cálculo, pagar juros de impostos atrasados ou gerar outros encargos por simples falta de controle ou organização. Isso, sem dúvida, abala a saúde financeira do negócio e, muitas vezes, pode levar a pontos mais extremos, como a falência.

 

Por isso, estar em compliance fiscal significa mitigar riscos e diminuir a carga tributária, adequando os processos contábeis e fiscais das empresas às inúmeras alterações e obrigações legais vigentes, entregando tudo com conformidade e dentro dos prazos.

 

Como ficar em compliance fiscal?


Com um volume tão grande obrigações legais, muitas empresas optam por implantar sistemas especialistas, que tenha inteligência fiscal nativa, capazes de automatizar e controlar os processos fiscais internos, calcular e validar as informações antes de entregar ao Fisco, além de monitorar as normas e se os prazos de entrega estão sendo cumpridos.

 

Outro ponto importante na adoção de sistemas como esses é a integração com os principais ERPs de mercado, como Oracle Cloud, Oracle EBS, Oracle JD Edwards, SAP, Infor, Dynamics AX entre outros. Geralmente, a troca de informações entre as soluções, quando não validada entre os fabricantes, costuma dar grandes dores de cabeça para as equipes de TI e pode gerar casos de não-conformidade.

 

Além disso, a tecnologia, se 100% web, única tela, tudo em um único banco de dados, e a disponibilidade de utilização, se on-premises (no ambiente do cliente) ou cloud (com dados em nuvem), conta bastante na hora de reduzir os custos da empresa para estar em compliance e, consequentemente, o peso da carga tributária.

 

Benefícios indiretos de estar em compliance fiscal


Além de contribuir para a saúde financeira da empresa, estar em compliance fiscal traz outros ganhos indiretos, que geram um impacto extremamente positivo. Um deles é a visibilidade e a valorização da sua marca.

 

Atender às exigências legais e estar em dia com processos e controles tributários significam que a sua empresa é confiável, ganhando credibilidade com fornecedores, investidores, instituições bancárias e, claro, com clientes.

 

Além disso, estar sem pendências fiscais e tributárias aumenta as chances de angariar descontos em linhas de crédito, para aumentar os investimentos e ampliar os negócios, e permite ainda recuperar ou fazer uso de créditos do governo sem a preocupação de chamar a atenção do Fisco por isso.

 

Ah, e não podemos deixar de citar outra grande vantagem de estar em compliance fiscal: padronizar processos e controles internos torna as equipes muito mais produtivas e melhora acentuadamente a qualidade das informações geradas.

 

Fonte: Compliance Fiscal

 


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