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AS 7 VERDADES QUE TODO EMPRESÁRIO DEVERIA SABER

Uma opinião impactante sobre a realidade do mercado. Por Gilberto Luiz do Amaral

 

1) Os bancos usam sofismas para manipular seus clientes

Os marqueteiros, políticos e os bancos são aqueles que mais se utilizam de falácias para convencer os incautos. No caso das instituições financeiras o uso de argumentos aparentemente lógicos para obter vantagens é prática cotidiana, presente nas suas peças publicitárias, nos seus comunicados ao mercado, na encomendada exposição em programas jornalísticos e na sistemática divulgação de lucros exorbitantes. Esconde na verdade a cobrança errônea de taxas (sempre a seu favor, nunca em prol dos correntistas), juros estratosféricos e aplicação em investimentos ruins, cujos rendimentos líquidos são abaixo da inflação.  Ainda, exigem que seus clientes comprem produtos caros de seus portfólios. Para findar, lanço algumas incômodas indagações:  será que os bilhões de reais de tanta corrupção não passaram pelos bancos?  Se as notas novinhas impressas na Casa da Moeda são entregues diretamente às instituições financeiras, como elas chegaram em espécie até os corruptos e corruptores?  Cabem aos valorosos quadros da Receita Federal, Polícia Federal, Ministério Público e Justiça Federal dar resposta à sociedade.

 

2) A área de inteligência das empresas é medíocre

As empresas investem (ou jogam fora) muito dinheiro em departamentos de inteligência de mercado ou competitiva. Mas, parte dos profissionais que lá habitam pouco entendem de análise de dados, pois desprezam, não conhecem e não querem conhecer a principal riqueza que toda empresa tem:  o seu banco de dados fiscais e tributários.  Não sabem nem trabalhar com as notas fiscais eletrônicas de compras, vendas e de transporte. Desconhecem que na análise de um simples arquivo xml de nota fiscal eletrônica encontram-se informações preciosíssimas de fornecedores e clientes. Ingenuidade ou burrice?

 

3) O papel do fisco não é esclarecer é autuar

O fisco e os profissionais que lá militam entendem que o seu papel primordial é autuar.  Não é o de esclarecer e nem de orientar. Para eles que não conhecem sobre negócios, toda empresa é sonegadora e pronto. Mesmo porque, o fisco faz as suas próprias leis. Ué, já passou? Salve dia 25 de maio, Dia Nacional de Respeito ao Contribuinte (Lei n.º 12.325, de 15 de setembro de 2010).

 

4) Os tributaristas e contadores trabalham (os) para o fisco

Como não entendem direito o negócio de seus empregadores ou clientes, os profissionais que trabalham nas áreas fiscal e tributária das empresas ficam presos em longas digressões sobre as leis, multiplicidade de incidências e obrigações acessórias.  A complexidade do sistema tributário brasileiro, afirmação verdadeira, é utilizada também como embuste para o empresário.  Vigora a máxima:  “na dúvida que se pague o maior”. 

 

5) As pesquisas de opinião pública são DJF – dinheiro jogado fora

As pesquisas de opinião pública são previsíveis, pois o resultado é sempre a contento de quem as compra.  Ora, se as próprias empresas impedem que suas verdadeiras informações cheguem ao mercado (o IBGE que o diga), por que o consumidor ou cidadão iria contar as suas verdades para os “chatos” pesquisadores?

 

6) A sonegação fiscal é uma estupidez

A empresa que sonega é tão estúpida quanto a prática da corrupção dentro das suas estruturas.  Quem sonega tem medo, tem que corromper, vive na mão de chantagistas, é vítima constante de fraudes internas (e nem pode denunciar), não tem controles mais apurados e ainda divulga demonstrações financeiras fajutas.  Gasta muito mais do que se pagasse corretamente os tributos.

 

7) O mercado é extremamente manipulável

O “famoso” mercado é uma peça de ficção, manipulável diariamente pelos espertalhões, megainvestidores, governo, imprensa, instituições financeiras e políticos, que tiram as suadas economias de milhões de poupadores para entregar aos sabichões.  Vide os recentes escândalos das bolsas de valores e os tombos causados à sociedade por empresas e grupos capitaneados por Eike Batista e irmãos Batista, só para não me alongar. PS: não me acusem de esquerdista pois minha história demonstra que sou um capitalista convicto.

 

GILBERTO LUIZ DO AMARAL, 56 anos,  filho de contabilistas, irmão de advogados e contabilistas, pai de advogados e acadêmico de direito, sócio de advogados e contadores,  é advogado  e contador, devidamente registrado há mais de 30 anos na OAB e CRC sem qualquer tipo de sanção disciplinar, tributarista e especialista em informações fiscais e tributárias públicas e abertas, contribuinte pessoa física e sócio de empresas  sem qualquer dívida tributária, não recebe nenhum recurso público e não se utiliza de benefícios fiscais,  vota em todas as eleições, exerce cargos não remunerados em várias instituições, patrocina sem qualquer dedutibilidade fiscal várias entidades. Está consciente de que sofrerá represálias do fisco, do mercado e dos bancos. 

 

Autor: Gilberto Luiz do Amaral

Inscrito na OAB/PR sob o nº 15.347 e OAB/SP nº 348.752;

Especialista em Direito Tributário e Processual pela PUC-PR;

Bacharel em Direito pela Universidade Federal do Paraná;

Graduado em Ciências Contábeis pela FAE/PR;

Consultor de empresas nacionais e multinacionais;

Professor de pós-graduação em direito, planejamento e gestão tributária de inúmeras instituições em São Paulo e no Paraná;

Presidente do Conselho Superior e coordenador de estudos do IBPT - Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação e sócio do IGTAX - Instituto de Governança Tributária;

Coordenador e autor de livros, estudos e artigos tributários;

Sócio da Amaral, Yazbek Advogados.